Direitos de Autor

Pode acontecer fazer uns copianços de excertos de artigos ou imagens, de outros autores, com o objetivo de enriquecer a publicação de um post pessoal. Claro que tenho a preocupação de mencionar a fonte ou pedir autorização ao respetivo autor. Mas pode falhar a preocupação e lá se vai a fonte. Caso isso aconteça e alguém sinta beliscada a sua propriedade intelectual, é só "apitar" e corrige-se a "fraude", na horinha, de acordo com a pretensão do autor beliscado.
Em relação ao que escrevo, de minha autoria, como embirro com leis, decretos-leis, regras e obrigatoriedades, podem copiar o que quiserem, tirar cópias, empenar (passar para a pen), fazerem cartazes...
Sirvam-se! Mas é um bocadinho foleiro fazer seu o que é de outro.


meia bota, bota e meia

agendário 2015

Nos últimos anos, no primeiro dia de cada ano, deixo aqui o meu Agendário, coisas que agendo para mim, para os amigos, seguidores e para toda a malta interessada.
Pois este ano o agendário é editado em Abril, quer dizer, acabaram-se os planos e as agendas de rigor, agora é assim um bocadinho tudo ao molho e fé em Deus. 
Sem perder o norte (nunca devemos perder o norte), os caminhos de Fátima, os de Santiago e outros, estão assim dependentes do meu acordar e das minhas birras!...
É um acordar de cada vez!
Claro que tenciono caminhar com ou sem mochila, agora: quando? aonde? com quem? sozinho? acompanhado? ao pé coxinho? aos saltinhos? em movimento uniformemente acelerado ou retardado?
Pois não sei!
Depende do acordar e das minhas birras!
Mas para os amigos, seguidores e outros apaixonados pela vida e para que não se sintam desprotegidos, deixo aqui uns links de algumas sugestões para os vossos agendários 2015.
E, claro que estou disponível para qualquer informação e apoio, dos meu humildes conhecimentos, e que possa ser útil aos vossos caminhos. 
Abraço, não percam o norte, divirtam-se e lambuzem-se com as coisas boas da vida.




Trilhos da Terra




Caminhos de Santiago





Caminhos de Fátima




  O Porto a Pé





Caminho Português - Tui / Padron ( Pé na Rota) 2014

Caminhei de Tuy a Padron com o grupo pedestre,  "Pé na Rota", foi um caminho diferente, que me foi proporcionado. Gostei!
Um grupo muito bom! 
Para além do bocadinho  do caminho (não pude fazer mais) que partilhei com todos os pés na rota certa, foi enriquecedor aumentar o numero de amigos e amigas ao meu "portofólio" social e humano.
Obrigado pelos momentos partilhados. 
Abraço a todos os "Pés na Rota." 
Deixo aqui o meu contributo.

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A cria mais velha é mestre


Embora haja mestres com fartura, este é diferente, é cá de casa.

Com o apoio dos progenitores, do mano, da família periférica, da família Tila, de professores, educadores, outros agentes educativos, amigos, amigas, o piriquito branquinho e o peixe das postas, (já morreram), e ainda do cão e do gato, caso houvessem, e com o patrocínio da porto editora, edições asa, texas instruments, hp, insys, staedtler, pelikan, tazos, super bock, sagres, bombai, hendricks e xotes e xotinhos…, a cria mais velha concluiu com sucesso dezassete anos de livros e sebentas às costas.

Uma catrefada de gente com o menino ao colo. E o menino soube aproveitar o colo, e com todo o mérito, presenteou-nos com um final de um ciclo académico simplesmente acrobático. Com um quadruplo mortal empranchado e com uma recepção ao solo em pino. Sem mexer nem balancear. Perfeito.

Quando esta cria entrou para a UTAD os progenitores tinham que dizer qualquer coisa. Fazia parte dizer qualquer coisa, o filho ia para longe, lá se ia o cordão umbilical bla…bla…bla…e era da praxe dizer qualquer coisa.
A mãe disse mais que eu. Mas as mães dizem sempre mais. E pensam que nunca dizem tudo.

Eu, lembro-me de ter dito:

Filipe, um gajo que vá para universidade, e que passe todo o tempo a marrar, a marrar, (sabia que não era o caso) que não vê mais nada se não marrar, que acaba o curso com notas fabulosas porque teve umas palas de burro… é um tótó, um betinho… que não percebe nada disto…

Um gajo que só pense em copos e borga, que falte as aulas, e que a sua vida é estoirar o graveto dos pais, e acabe o curso com 7 ou 8 matrículas, é um otário e que não merece o lugar que devia ser de outro e não respeita os pais.

Um gajo que vá às praxes todas, que se sociabilize, que apanhe umas cagueiras com vomitanço ou sem vomitanço, que “perca” (ganhe) noites na noite, que não falte às aulas (nem que tenha de ir com óculos escuros), que durma onde for mais favorável, que crie amizades e deixe amizade…e conclua o curso nos anos previstos, é um gajo com apreço por todos. 

É um gajo digno de se lhe tirar o chapéu!

Tiramos-te o chapéu, e com vénia!
Parabéns e Obrigado, Filipe!


ano novo ou novo ano

Ano Novo ou Novo Ano

Está a chegar a noite dos rituais.
Comer 12 passas (12 desejos, cum catano tanto desejo! não basta um?). Beber Champanhe. Usar roupa nova. Entrar com o pé direito (não sei aonde, mas entrar…). Dar 3 saltinhos. Dançar em volta de uma árvore. Às doze badaladas uma beijoca na pessoa amada, caso não haja pede-se emprestada para o ritual. E outros rituais que a malta cumpre religiosamente para que o ano novo seja um ano fantástico.

Cumprimos os rituais e esperamos que tudo aconteça.
Como se o ano novo fosse assim uma coisa…, uma fada com pozinhos de perlimpimpim que nos vem proporcionar uma vida baril, (para muitos vai continuar a ser uma fada com ó), ou um antibiótico que nos vai curar das maleitas da vida.
Vimos o ano novo como uma coisa que: ou gosta de nós, que até cumprimos os rituais, e vai ser altamente, ou não gosta de nós e vais ser mais do mesmo.

E esquece-mo-nos que nós é que somos o “ano novo”.
O “ano novo” está em nós.
Nós é que temos de agir, mudar o que tivermos de mudar e nos é permitido, lutar, pensar, reflectir, pronto também podemos inflectir, e acreditar de que somos capazes de mudar para “SER” mais em nós, e sermos os atores do nosso “ano novo” e do “ano novo” do "outro".
Pode não ser fácil, claro que não é, mas é um desafio de que vale a pena investir e pensar.
Olha eu a pensar:
-Que tenho de fazer para SER mais e melhor?
-Que tenho de fazer para caminhar mais e melhor?
-Onde estive menos bem e tenho que corrigir?



E assim sucessivamente havemos de encontrar algo que dê sentido ao nosso caminho de pessoas novas no nosso “ano novo”, e também aos rituais das doze badaladas.

Para todos que o vosso “ano novo” seja um bom ano e com brindes.

a mesa de natal


à mesa de natal acrescentemos mais um lugar, com direito a tudo como os outros lugares da mesa: pratos, talheres, copos, guardanapo. Pão e vinho.
É o lugar de quem está ali no meio de nós!
O lugar d’Ele, ou de um sem-abrigo, ou de um amigo, ou de irmão, ou de um pai, ou de uma mãe, ou de um filho, ou de uma criança, ou de um velhinho, ou de uma família sem mesa…
É também o lugar da nossa disponibilidade para acolher, perdoar e servir.

E vamos olhando-o para nos lembrarmos que alguém conta connosco, agora, ou no dia seguinte.
Bom Natal.


aniversários

Sou, não por natureza, mas por mim, um autêntico desastre em memorizar datas de aniversários. Passa-me quase tudo ao lado! Distracções!
Por vezes ouço nos amigos ou na família que o fulano ou a fulana, o sicrano ou a sicrana, fazem anos. Ui! Ca pinta vou logo brilhar e dar os parabéns. O que é um feito para mim, é possivelmente, uma grande admiração para quem os recebes.

Lá está, mas no ano seguinte, se não ouvir um lamiré, pronto, volta tudo à estaca zero. Não consigo manter uma estabilidade aniversariante para com as pessoas. Não é que isso me irrite ou, tire o sono ou, altere o percurso da minha amizade para com os amigos, mas fica sempre bem um carinho no dia em que demos vida à vida.

Depois que aderi ao Feiças este panorama alterou-se profundamente, agora dou os parabéns aos amigos, aos amigos dos amigos, a outros amigos que nem conheço de lado nenhum… e ao publico em geral. Faço um brilharete! É um fartote a espalhar parabéns!

Depois no dia seguinte o aniversariante envia um “obrigado comunitário” e todos ficamos realizados e felizes pelo dever cumprido, e ainda vêm uns atrasados remediar o esquecimento! O feiças tem também coisas úteis e simpáticas!

No meu aniversário passa-se o mesmo.
Uns são como eu, e não se passa nada, outros são como os outros e nunca se esquecem!
Mas uns e outros são sempre os meus Amigos e isso não altera.

Este ano, ao contrário do habitual, e nem sou dado a grandes festas, nem a grandes “excursões”, abri uma exceção, ainda nem sei bem porquê… mas foi uma festa d’arromba.
Quero agradecer a todos a vossa presença.
Para quem não pode vir deixo aqui um filme com os melhores momentos.

Abraço do Zé.


então? tudo bem?


Então? Tudo bem?
Tuuudo!
Ou,
Tudo bem! Obrigado!

Cruza-mo-nos com pessoas que fazem parte de nós, com esta saudação, tipo “bom dia”, mas um bocadinho mais interpelativa e que mantém uma ligação mais estreita, mais de confiança com os intervenientes. Sinal que somos conhecidos, que fazemos parte das rotinas do dia ou, que somos amigos.
Acontece frequentemente em qualquer espaço: café, restaurantes, centros comerciais, ruas, bairro, trabalho…
Uma saudação que não implica paragens, nem tempos para conversa, não há tempo a perder ou porque não dá muito jeito falar agora com aquele gajo, ou porque o gajo é um chato  e uma seca ou, porque tenho uma tarefa a realizar e não posso perder tempo.
É uma saudação politicamente correta tipo “via verde”!
A resposta é sempre, quase sempre, “tudo bem” porque quem responde também sabe que é assim que está instituído.
Quase ninguém diz que está mal nestas circunstâncias. E às vezes sabe Deus como um gajo vai todo deteriorado.

E se acontece assim:
-Então? Tudo bem?
-Não! Tou todo esbardalhado!
Ops!...
Pronto, só me faltava isto, agora tenho de parar, tenho de o ouvir, para…para… sei lá o quê!!!
E logo agora!
Só a mim!
Este gajo encravou isto tudo.

Mas, embora raramente, também pode acontecer:
- Vá, vamos lá conversar. Tudo se resolve!

Bom dia ou, boa tarde ou, boa noite!

Abraço.

gostava de ter um governo de mulheres

Já em outras ocasiões manifestei a minha admiração pela Mulher. Pela capacidade de trabalho. Pela dedicação. Pelo empenho. Pela inteligência….e por mais coisas.

Na minha opinião, estão um bocadinho à frente da malta à qual faço parte, os Gajos.
Para além desta adjectivação qualificativa, do que penso sobre a mulher, há ainda a beleza e a escultura feminina, que, segundo o meu amigo Cajó:
“São a prova de que Deus existe”.

Pronto, mas como não há “bela sem senão”, elas têm também aquelas cenas das “invejas”, das mesquinhices e ciumeiras, umas das outras, que as impedem, na minha opinião, de serem as senhoras do Mundo. Caso um dia consigam resolver essas cenas, vai ser bom para a Humanidade.

Estou em crer que se os cargos de liderança das empresas públicas ou privadas, do governo e assembleia da república, das câmaras municipais e outras instituições, fossem exercidos maioritariamente por mulheres, não haviam os casos de corrupção e roubos públicos, compadrios e amigos, como ouvimos acontecer diariamente.
Não estou a dizer com isto que são umas santas, mas o que agora é regra com os gajos, com elas seria exceção.

E mais interessante ainda, é que como iria ser muito difícil elas resolverem as cenas das “invejas” e ciumeiras, os tribunais e o tribunal constitucional iriam ter menos trabalho, porque além de governarem com transparência e rigor, controlavam-se uma às outras de forma tão eficaz, que qualquer hipótese de contrariar a constituição ou haver corrupção, estava logo controlado sem ter começado.

Embora sabendo que o sector industrial e comercial das malas, sapatos, bijuteria, carteiras, lenços, perfumes e cosmética fosse mais apoiado que outros setores, gostava de ter um governo maioritariamente feminino. A sério que gostava!
Por todos os motivos mais aqueles que provam a existência de Deus!


a vida é um eletrocardiograma


Nos filmes, às vezes, o “artista” é operado e fica ligado a uma máquina que “controla o coração”. Se a coisa estiver a correr bem a máquina faz: Pi…Pi…Pi…Pi… para cima, Pi…Pi…Pi…Pi…para baixo e vê-se uma linha em curva, colorida, para cima e para baixo, que acompanha os Pi’s.

Quando a máquina faz um Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, a linha colorida fica reta e, é sinal que o “artista” está a esbardalhar-se.
E lá vem o senhor doutor tentar repor a curvinha do Pi de cima e a curvinha do Pi de baixo.

A nossa vida é assim como um filme, e nós, os artistas principais estamos ligados a uma “maquineta” de Pi’s.
Ora andamos muito certinhos e muito santinhos, felizes da vida, cheios de otimismo, tudo a correr pelo melhor: em casa, no trabalho, com os amigos, no condomínio, no futebol, nos copos e por-aí-fora… e temos Pi’s espectaculares. Vamos supor que são os Pi´s lá em cima.
Outras vezes descarrilamos, não apanhamos o comboio, caímos, voltamos a cair, os amigos são uma treta, somos uma cambada de “pecadores”, o vinho tá azedo, a coca-cola não tem gás, o cão rasgou-me as calças, o papel higiénico faltou na hora H, o chefe é uma besta e por-aí-fora… estes serão os Pi’s de baixo.

Ora a mistura destes Pi’s, os de cima com os de baixo, bem geridos, com uma aprendizagem continua e permanente dos Pi’s que nos são oferecidos, é o que nos impede que a nossa vida seja um Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, uma linha reta muito direitinha.


Se aparecer o Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, lá vem o senhor doutor ou o senhor padre.

Caminho Finisterra - Muxia 2014

Ensopado de Fistemuxi (em muxia não há suchi) com molho de Sanpostela.

“video como preparar”

video


A receita do ensopado.

Tempo de preparação:
6 dias

Ingredientes naturais, amigos e biológicos
Júlio.
Mendonça.
Paula.
Sara.
Anita.
Daniel o “Basco”.
Zé.
Daniela “Honoris Causa”

Outros ingredientes:
14 botas
7 mochilas
caminho do sol
Vestuário a gosto.
Farmácia a gosto.
Bastões a gosto.
Máquinas Fotográficas a gosto.
Telemóveis a gosto.
Água destilada em abundancia.
1Picada de vespa de Negreira
Pedrinhas verdes de Olveiroa.
Pedrinha Juliana na praia da Langosteira.
Bolhas a gosto.
Binho e Cerbeija a gosto

Como preparar o ensopado
1 Misturam-se e mexem-se os ingredientes.
2 Os biológicos devem estar a uma boa temperatura de afetos, vontade e partilha para dar vida e energia ao ensopado.
3 Os amigos devem ingerir algumas águas taninicas e, com brindes, dar alma ao ensopado, à amizade e à renovação.
4 No primeiro dia acrescentar água destilada q.b.
5 Antes de Negreira convém adicionar uma picada de vespa, de preferência na Anita, para dar pica ao ensopado.
6 Na ponte Maceira e seguinte botas a baixa temperatura porque a paisagem assim o determina.
7 Marinar em Negreira.
8 Pela manhã, bem cedo, voltar a mexer os ingredientes e os amigos naturais.
9 As botas devem estar a uma boa temperatura para aguentar o dia.
9 Acrescentar água destilada mais que o q.b.
10 Em Olveiroa tentar adicionar ingredientes irlandesas para dar ainda mais pica que a vespa.
11.Repousar em Olveiroa.
12 Pela manhã mais uma mexedela nos ingredientes.
13 Abafar ingredientes de vestuário já passados de prazo por tanta água destilada.
14 Acrescentar pedrinhas energéticas verdes, de Olveiroa.
15 Dar a provar à nossa senhora das Neves.
16 Acrescentar paisagens que se contemplam sobre o cabo do Fim da Terra.
17 Baixar a temperatura das botas e ficar a marinar umas horas em Cee.
18 Apanhar a brisa e acrescentar as paisagens marítimas do Atlantico.
18.Acrescentar ou não (ao gosto de cada biológico) a pedrinha Juliana, na praia da Langosteira.
19 Ensopar o ensopado na praia da Langosteira, em Finisterra, para purificar os ingredientes biológicos.
20.Queimar ingredientes de vestuário em excesso no Farol de Finisterra. O ensopado não precisa de tanta matéria.
21.Renovar os ingredientes naturais e biológicos no farol de Fisterra imaginando o por do sol sobre as águas.
22 Acrescentar água destilada q.b. no farol de Finisterra.
23 Repousar em Finisterra.
23.Pela manhã mexer os ingredientes devagarinho.
24.Caminhar com as botas a baixa temperatura e acrescentar muita água destilada.
25.Acrescentar muita água destilada na Senhora da Barca.
26 Adicionar os sabores da paisagem e da maresia muxiana.
27 O ensopado está pronto.
28 Deixar a repousar em Muxia.
29 Acrescentar o molho de Compostela no dia seguinte.

Molho de Compostela

Ingredientes:
Missa peregrino.
Bota-fumeiro.
Abraço.

Como preparar o molho
Misturam-se os ingredientes muito bem misturadinhos e sem pressas. Depois de muito bem mexidos juntar calmamente ao ensopado de Fiistemuxi, este absorve-os por completo enriquecendo assim os valores espirituais, nutricionais e energéticos dos ingredientes biológicos, para uma vida com mais SER e muito mais saudável.

Modo de servir
Este prato gourmet, oriundo da tradição jacobeia, é altamente rico em afetos, valores espirituais, partilha da vida e, energético q.b. para dar mais vida à vida.
Combina muito bem com qualquer ingrediente biológico e natural seja qual for a sua origem.
Um prato forte, intenso que pode ser servido em qualquer altura do ano.

Deve ser acompanhado, com brindes de vinho branco seco, bem fresco, no Beiro, a vinioteca oficial deste ensopado, Finisterra/Muxia com molho de Santiago de Compostela.
Bom apetite!



os livros são pessoas

Ontem passei pela livraria.
Passei-me pelos livros.

Os livros são pessoas!

Umas olha-mo-las pela capa e tá visto.
Outras com capa mais atractiva dá-se uma vista d’olhos.
Outras começamos a lê-las e já não saímos de lá.
Outras nem entendemos a prosa nem a poesia.
Outras começamos a ler e temos que voltar ao início.
Outras sempre as quisemos ler mas são de leitura difícil.
Outras lêem-se num abrir e fechar d’olhos.
Outras lemos o prefácio e tá tudo lido.
Outras lemos a crítica e temos de verificar.
Outras são de uma leitura apaixonante. Voltamos a ler.
Outras são aqueles clássicos de leitura eterna.
Outras são aqueles clássicos que nunca foram lidos, nem vão ser.
Outras temos de saltar capítulos para saber logo o fim.
Outras lemos apaixonadamente, sem parar e, a meio do livro, puf…puf...puf
Outras lemos como romance e são um drama. 
Outras nem sabemos se as ler da frente para trás ou, de trás para a frente.

As Pessoas precisam de ser lidas e não ficarmos só pela capa.

Ler é saber e SER mais! 
E faz bem à saúde!

O importante é saber escolher a obra!